Quanto custa um site para esteticista: do que depende
Quanto custa um site para esteticista depende sobretudo de três coisas: o tipo de site (só apresentação ou com marcação online), quem prepara os textos e as fotos, e se inclui manutenção depois de estar no ar. Não existe um preço único. Existem formatos diferentes, e cada um resolve um problema diferente do seu negócio.
Neste guia explicamos, sem rodeios, o que entra no preço, que custos aparecem todos os anos e como pedir um orçamento que se possa comparar com outro.
Site de apresentação ou site com marcação online
A primeira decisão é a que mais pesa no valor. Um site de apresentação mostra quem é, que tratamentos faz, onde fica, o horário e um botão para falar consigo pelo WhatsApp. É o formato certo para quem já organiza as marcações por mensagem e só precisa de ser encontrada e transmitir confiança.
Um site com marcação online deixa a cliente escolher o tratamento, o dia e a hora sem trocar mensagens. Exige mais trabalho: configurar serviços, durações, intervalos, folgas e avisos. Também pode depender de uma ferramenta de agenda externa, que às vezes tem mensalidade própria.
- Apresentação: mais simples, mais rápido de fazer, menos manutenção.
- Com marcação: poupa tempo ao telemóvel, mas tem mais configuração e mais pontos a manter.
O que entra no preço de um site
Dois orçamentos com valores muito diferentes muitas vezes não estão a vender a mesma coisa. Antes de comparar, confirme o que cada proposta inclui:
- Número de páginas: uma página única com secções custa menos do que um site com uma página por tratamento.
- Textos: se é a esteticista que escreve ou se a agência redige a partir do Instagram e de uma conversa.
- Fotografias: aproveitar as que já tem, usar imagens de banco ou marcar uma sessão.
- Botões e integrações: WhatsApp, mapa, avaliações do Google, formulário, agenda.
- Preparação para o Google: títulos, descrições, velocidade no telemóvel e dados estruturados.
- Formação: se lhe ensinam a fazer pequenas alterações ou se cada mudança é pedida à agência.
Quanto mais completo o ponto de partida (textos, fotos, lista de preços), mais rápido e mais barato tende a ser o projeto.
Custos que aparecem todos os anos
Além do valor para criar o site, há custos recorrentes que convém conhecer desde o início, para não haver surpresas:
- Domínio: o endereço (por exemplo, o nome do seu espaço seguido de .pt). Paga-se por ano.
- Alojamento: o serviço onde o site fica guardado. Há opções gratuitas para sites simples e opções pagas para sites maiores.
- Ferramenta de marcação: se escolher uma agenda externa, pode ter mensalidade.
- Manutenção: atualizar preços, trocar fotos, acrescentar tratamentos e verificar se tudo continua a funcionar.
Pergunte sempre em nome de quem fica registado o domínio. O ideal é ficar no nome do negócio, para que o endereço seja seu mesmo que mude de fornecedor.
Feito por si, por uma plataforma ou por uma agência
Há três caminhos comuns. Fazer sozinha numa plataforma de arrastar e largar sai mais barato em dinheiro, mas custa horas e exige gosto por tecnologia. Usar só uma página de agendamento resolve as marcações, mas raramente aparece bem no Google com o nome do seu espaço. Contratar uma agência ou freelancer custa mais à partida, mas o site sai pensado para ser encontrado e para levar a cliente até à marcação.
Não há resposta certa para todas. A pergunta útil é: quanto vale o seu tempo e quantas clientes novas chegam hoje pela pesquisa no Google?
Exemplo prático
Exemplo hipotético: uma esteticista trabalha sozinha num gabinete, com cerca de doze tratamentos. Já tem muitas fotos no Instagram e marca tudo pelo WhatsApp. Para ela, um site de apresentação de uma página costuma bastar: secção de tratamentos com descrição curta, fotos do espaço, avaliações do Google, mapa e um botão de WhatsApp sempre visível.
Se, mais tarde, as mensagens começarem a ocupar demasiado tempo, o passo seguinte é acrescentar a marcação online. Começar pelo simples e crescer depois evita pagar por funções que ainda não vai usar.
Sinais de alerta num orçamento
- Promessa de “primeiro lugar no Google garantido”. Ninguém controla isso.
- Domínio registado no nome da agência, sem possibilidade de transferência.
- Nenhuma referência a como o site fica no telemóvel, onde a maioria das clientes o vai abrir.
- Preço muito baixo sem dizer o que inclui (textos, fotos, número de páginas).
- Sem contacto claro para pedir alterações depois da entrega.
Checklist antes de pedir orçamento
- Defina se quer só apresentação ou também marcação online.
- Faça a lista de tratamentos, com duração e preço (mesmo que não os vá mostrar todos).
- Junte 10 a 20 fotos boas do espaço e do trabalho.
- Verifique se o seu Perfil da Empresa no Google está completo e com o nome correto.
- Escolha o nome do domínio que gostaria de ter.
- Peça que o orçamento separe o valor de criação dos custos anuais.
Se quiser uma opinião sem compromisso, a Aster faz um diagnóstico gratuito: analisamos o seu Google, o seu Instagram e o site atual (se existir) e indicamos o formato que faz sentido para o seu caso, com duas opções de preço fechado.
Perguntas frequentes
Uma esteticista precisa mesmo de site se já tem Instagram?
Não é obrigatório, mas ajuda a ser encontrada por quem pesquisa no Google e não a conhece. O site mostra tratamentos, localização e contacto de forma organizada, e o Instagram continua a servir para mostrar o dia a dia.
O que é mais barato: site de apresentação ou com marcação online?
O site de apresentação costuma ser mais barato, porque tem menos configuração. A marcação online exige definir serviços, horários e avisos, e por vezes uma ferramenta de agenda com mensalidade.
Que custos tenho depois de o site estar pronto?
Normalmente o domínio, que se paga por ano, o alojamento e, se existir, a ferramenta de marcação. A manutenção mensal é opcional, mas evita que preços e informações fiquem desatualizados.
Quanto tempo demora a fazer um site para esteticista?
Depende sobretudo de ter textos e fotos prontos. Um site de apresentação com o material reunido fica pronto bem mais depressa do que um projeto em que tudo ainda tem de ser preparado.
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